Coluna PERSONAGEM do Jornal O Tempo de sexta 15 de agosto de 2014 conta um pouco da história de Jessé Duarte - Ator e diretor da Cia. Crônica, ativista do Fórum Popular de Cultura de Contagem. Matéria está disponível no site do Jornal CLIQUE AQUI PARA LER
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
INUTREALIDADE – Teatro aos que tem fome
Sobre o movo livro de nosso dramaturgo Marcelo Dias Costa
por Jessé Duarte
O teatro também como possibilidade de leitura. Reunidos em livro, “O Estado da Besta” e “Revoada” são dois textos com um humor acido sobre a realidade atual.
O livro enquanto possibilidade de aproximação entre o leitor e o autor, de mão em mão, mais de mil copias já foram distribuídas pelo Brasil.
O olhar sobre o leitor enquanto sujeito histórico, que pode fazer do conteúdo adquirido o que bem entender – Todos os direitos da obra são cedidos aos que tem fome de leitura, da palavra e da necessidade de agir.
Aos que não calam a barrica quando a fome grita, só com a comida oferecida em migalhas ou em fartura mesmo: Vamos ler teatro? Ter apetite das nossas contradições? Devorar o livro, as peças, as horas “perdidas” na leitura e na imaginação sobre como serão as personagens? Serão homens que encontramos nas ruas? No trabalho? Na televisão?
Provocações. O livro pode ser nutritivo caso o contato com seu conteúdo possibilite um olhar questionador sobre as ideias do próprio autor diante da realidade brasileira e o ser humano.
Pode não ser nutritivo, com tantos questionamentos na ordem dos dias. O importante seja o apetite e o desejo de matar a fome e o que tem nos causado a fome.
Talvez, o teatro aos que tem fome seja uma tentativa, um grito de resistência num país que sofre de desnutrição por falta de muitas proteínas. Cultura é uma delas. De tanto de ser tratada como inútil perdeu seu sentido de nutrir.
Aos que tem fome de tudo o que tem direito, essa produção independente chega como negação provocativa. Poderá ela nutrir, sendo hoje o teatro e a arte em geral, um artigo de luxo? Como nutrir-se de nossa Inutrealidade?
SOBRE O AUTOR
Marcelo Dias Costa é jornalista, poeta e dramaturgo contagense, ativista do Fórum Popular de Cultura, é também um dos fundadores do Apoema Sarau Livre. Co–autor do Manifesto Escancarado – Plataforma de pesquisa, experimento e formação teatral, Marcelo recentemente publicou os livros INUTREALIDADE – teatro aos que tem fome e Manifesto Escárnio Poético.
VALOR DO LIVRO: R$ 20,00
Compre na Casa do Movimento Popular
por Jessé Duarte
O teatro também como possibilidade de leitura. Reunidos em livro, “O Estado da Besta” e “Revoada” são dois textos com um humor acido sobre a realidade atual.
O livro enquanto possibilidade de aproximação entre o leitor e o autor, de mão em mão, mais de mil copias já foram distribuídas pelo Brasil.
O olhar sobre o leitor enquanto sujeito histórico, que pode fazer do conteúdo adquirido o que bem entender – Todos os direitos da obra são cedidos aos que tem fome de leitura, da palavra e da necessidade de agir.
Aos que não calam a barrica quando a fome grita, só com a comida oferecida em migalhas ou em fartura mesmo: Vamos ler teatro? Ter apetite das nossas contradições? Devorar o livro, as peças, as horas “perdidas” na leitura e na imaginação sobre como serão as personagens? Serão homens que encontramos nas ruas? No trabalho? Na televisão?
Provocações. O livro pode ser nutritivo caso o contato com seu conteúdo possibilite um olhar questionador sobre as ideias do próprio autor diante da realidade brasileira e o ser humano.
Pode não ser nutritivo, com tantos questionamentos na ordem dos dias. O importante seja o apetite e o desejo de matar a fome e o que tem nos causado a fome.
Talvez, o teatro aos que tem fome seja uma tentativa, um grito de resistência num país que sofre de desnutrição por falta de muitas proteínas. Cultura é uma delas. De tanto de ser tratada como inútil perdeu seu sentido de nutrir.
Aos que tem fome de tudo o que tem direito, essa produção independente chega como negação provocativa. Poderá ela nutrir, sendo hoje o teatro e a arte em geral, um artigo de luxo? Como nutrir-se de nossa Inutrealidade?
SOBRE O AUTOR
Marcelo Dias Costa é jornalista, poeta e dramaturgo contagense, ativista do Fórum Popular de Cultura, é também um dos fundadores do Apoema Sarau Livre. Co–autor do Manifesto Escancarado – Plataforma de pesquisa, experimento e formação teatral, Marcelo recentemente publicou os livros INUTREALIDADE – teatro aos que tem fome e Manifesto Escárnio Poético.
VALOR DO LIVRO: R$ 20,00
Compre na Casa do Movimento Popular
domingo, 10 de agosto de 2014
Sobre nossa passagem por Juiz de Fora / MG
Em Juiz de Fora realizamos apresentações e participamos de seminário sobre função social da arte.
Entre os dias 07 e 10 de agosto estivemos em Juiz de Fora / MG, onde realizamos apresentações nos ônibus da cidades e Marcelo Dias Costa e Jessé Duarte participaram de debates sobre a função social da arte no seminário "A Quem Serve Sua Arte", compartilhando as experiencias e vivencias do grupo junto ao Fórum Popular de Cultura de Contagem. A recepção do publico foi maravilhosa, atingimos uma média de pelo menos 500 pessoas com apresentação em 20 ônibus de diferentes regiões da cidade. E aproveitando a passagem, realizamos o trabalho de oferecer o novo Livro de Marcelo Dias INUTREALIDADE - Teatro aos que tem fome de mão em mão para a população local. Lançado no dia 27 de julho em Contagem, o livro jé teve mais de mil copias vendidas num processo de contato direto com o público por várias cidades do Brasil.
Veja mais sobre nossa passagem por Juiz de Fora em matéria no Jornal local Tribuna de Minas AQUI
SOBRE O LIVOR DE MARCELO DIAS COSTA
INUTREALIDADE - Teatro aos que tem fome - uma obra que desnaturaliza as relações de interesse. Uma abordagem que em escrita e escracho investiga as relação sociais e a manutenção da ordem das mercadorias. Livro composto por dois textos teatrais que se aproximam por partirem de um mesmo lugar: A necessidade de um horizonte histórico e questionador sobre a organização do mundo atual.
Os personagens são representações de uma sociedade em que o próprio ser humano não consegue se dar conta de quem ele é. Histórias de príncipes encantados, de reis e rainhas, de homens perfeitos, traições amorosas, discussões familiares e finais felizes não serão encontrados neste livro. Os personagens perfeitos e os diálogos que tratam de assuntos da vida privada desaparecem para dar lugar às representações dos extratos mais baixos da sociedade.
Este livro contém mais do que palavras, personagens, situações e possibilidade para representação. Nele está impresso o ridículo, o grotesco, o bufão humanizado. Dramaturgia não exclusiva a atores e atrizes, mas para apropriação popular do teatro. Tudo isso graças ao esforço e ao trabalho independente, que certamente um dos principais pressupostos desta obra. Este livro é o registro da coragem e resistência do artista brasileiro.
Entre os dias 07 e 10 de agosto estivemos em Juiz de Fora / MG, onde realizamos apresentações nos ônibus da cidades e Marcelo Dias Costa e Jessé Duarte participaram de debates sobre a função social da arte no seminário "A Quem Serve Sua Arte", compartilhando as experiencias e vivencias do grupo junto ao Fórum Popular de Cultura de Contagem. A recepção do publico foi maravilhosa, atingimos uma média de pelo menos 500 pessoas com apresentação em 20 ônibus de diferentes regiões da cidade. E aproveitando a passagem, realizamos o trabalho de oferecer o novo Livro de Marcelo Dias INUTREALIDADE - Teatro aos que tem fome de mão em mão para a população local. Lançado no dia 27 de julho em Contagem, o livro jé teve mais de mil copias vendidas num processo de contato direto com o público por várias cidades do Brasil.
Os apontamentos e desdobramentos do seminário foram de encontro ao desafio de pensar um discussão sobre arte, cultura e sociedade a nível estadual. Em breve realizaremos o mesmo seminário na cidade de São João Del Rei / MG onde também acontecerá o lançamento do livro.
Agradecemos ao povo de juiz de Fora pelo carinho e atenção, a todos que se integraram e nos receberam tão bem, que participaram e continuarão tocando as discussões na cidade. Esperamos retornar em breve com mais trabalhos e possibilidades de troca.
Veja mais sobre nossa passagem por Juiz de Fora em matéria no Jornal local Tribuna de Minas AQUI
SOBRE O LIVOR DE MARCELO DIAS COSTA
INUTREALIDADE - Teatro aos que tem fome - uma obra que desnaturaliza as relações de interesse. Uma abordagem que em escrita e escracho investiga as relação sociais e a manutenção da ordem das mercadorias. Livro composto por dois textos teatrais que se aproximam por partirem de um mesmo lugar: A necessidade de um horizonte histórico e questionador sobre a organização do mundo atual.
Os personagens são representações de uma sociedade em que o próprio ser humano não consegue se dar conta de quem ele é. Histórias de príncipes encantados, de reis e rainhas, de homens perfeitos, traições amorosas, discussões familiares e finais felizes não serão encontrados neste livro. Os personagens perfeitos e os diálogos que tratam de assuntos da vida privada desaparecem para dar lugar às representações dos extratos mais baixos da sociedade.
Este livro contém mais do que palavras, personagens, situações e possibilidade para representação. Nele está impresso o ridículo, o grotesco, o bufão humanizado. Dramaturgia não exclusiva a atores e atrizes, mas para apropriação popular do teatro. Tudo isso graças ao esforço e ao trabalho independente, que certamente um dos principais pressupostos desta obra. Este livro é o registro da coragem e resistência do artista brasileiro.
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Em Juiz de Fora / MG
Jessé Duarte e Marcelo Dias Costa, integrantes da Cia. Crônica de Teatro (Contagem/MG) participam do seminário "A Quem serve sua arte?" em Juiz de Fora / MG. Companhia também se apresenta nos ônibus da cidade .
O encontro organizado de forma independente por artistas locais acontecerá das 19:00h às 22:00h no auditório da Funalfa (Parque Halfeld) VEJA MAIS AQUI com intuito de levantar questionamentos sobre as condições de vida e da produção cultural no mundo atual. Discutir modelos e propor novas possibilidades de fomento às artes. A refletir sobre as reais funções da cultura no atual sistema e sobre a necessidade de reivindicar espaços públicos para produzir cultura.
Intermediadores:
Marcelo Dias Costa é jornalista, poeta e dramaturgo contagense, ativista do Fórum Popular de Cultura, é também um dos fundadores do Apoema Sarau Livre. Co–autor do Manifesto Escancarado – Plataforma de pesquisa, experimento e formação teatral, Marcelo recentemente publicou os livros INUTREALIDADE – teatro aos que tem fome e Manifesto Escárnio Poético.
Jessé Duarte é ator e diretor de teatro. Nascido em Contagem, começou a estudar teatro no início do ano dois mil nos cursos livres dos festivais realizados pela FETEMIG - Federação de Teatro de Minas Gerias. Aprofundou sua pesquisa de teatro crítico e popular embasando-se no gênero épico e dialético e a obra de Bertolt Brecht. Em 2009 fundou a Cia. Crônica de Teatro. No teatro escreveu a peça Cabeça de Porco, atuou e dirigiu Estômago. Hoje Jessé realiza um estudo cênico em pequenas peças em ônibus e dirige o espetáculo CORAGEM. O artista é um dos fundadores do Fórum Popular de Cultura.
Nicolle Bello é juizforana, publicitária, ilustradora, diretora de arte da Chico Rei e criadora do bloco carnavalesco 'Besta é Tu!', estreante no Corredor da Folia 2014.
Marcelo Dias Costa é jornalista, poeta e dramaturgo contagense, ativista do Fórum Popular de Cultura, é também um dos fundadores do Apoema Sarau Livre. Co–autor do Manifesto Escancarado – Plataforma de pesquisa, experimento e formação teatral, Marcelo recentemente publicou os livros INUTREALIDADE – teatro aos que tem fome e Manifesto Escárnio Poético.
Jessé Duarte é ator e diretor de teatro. Nascido em Contagem, começou a estudar teatro no início do ano dois mil nos cursos livres dos festivais realizados pela FETEMIG - Federação de Teatro de Minas Gerias. Aprofundou sua pesquisa de teatro crítico e popular embasando-se no gênero épico e dialético e a obra de Bertolt Brecht. Em 2009 fundou a Cia. Crônica de Teatro. No teatro escreveu a peça Cabeça de Porco, atuou e dirigiu Estômago. Hoje Jessé realiza um estudo cênico em pequenas peças em ônibus e dirige o espetáculo CORAGEM. O artista é um dos fundadores do Fórum Popular de Cultura.
Nicolle Bello é juizforana, publicitária, ilustradora, diretora de arte da Chico Rei e criadora do bloco carnavalesco 'Besta é Tu!', estreante no Corredor da Folia 2014.
No dia 08 a companha apresenta seu trabalho MOSAICO - estudo cênico em pequenas peças nos ônibus da cidade.
ATO I - Mas não devia.
Cansado de se acostumar com as relações naturalizadas da vida, um operário entra no ônibus convidando o público a uma reflexão, numa narrativa lúdica e poética tenta estabelecer um lugar diferente para ver e falar de acontecimentos tidos como banais em nosso cotidiano.
terça-feira, 5 de agosto de 2014
Em cartaz nos ônibus de Contagem / MG
MOSAICO - Estudo cênico em pequenas peças é um trabalho realizado pela Cia. Crônica de Teatro (Contagem
/ MG) e consiste em realizar pequenas apresentações teatrais em ônibus municipais e intermunicipais de diferentes cidades. Cada apresentação é composta
por um ato de um mosaico de cenas criadas a partir de poesias, textos
literários, teatrais clássicos e autorais. Caminhando com um horizonte de pensar formas de democratização do acesso à cultura no contato direto com a população, o objetivo do trabalho é reunir
elementos que potencializem os estudos da companhia em torno do fazer teatral
popular, observando as interferências desta arte no meio urbano, as possibilidades de utilização do transporte público enquanto espaço cênico, as relações entre o público e o artista em lugares e
situações não convencionais.
ATO I - Mas não devia.
Cansado de se acostumar com as relações naturalizadas da vida, um operário entra no ônibus convidando o público a uma reflexão, numa narrativa lúdica e poética tenta estabelecer um lugar diferente para ver e falar de acontecimentos tidos como banais em nosso cotidiano.
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Cia. Crônica Teatro está completando cinco anos de (R)existência
Grupo vem circulando por várias
cidades de forma independente e prepara estréia de novo espetáculo e realização de oficinas em Contagem/MG.
EM CARTAZ
MOSAICO - Estudo cênico em pequenas peças é um trabalho realizado pela Cia. Crônica de Teatro (Contagem / MG) e consiste em realizar pequenas apresentações teatrais em ônibus municipais e intermunicipais de diferentes cidades. Cada apresentação é composta por um ato de um mosaico de cenas criadas a partir de poesias, textos literários, teatrais clássicos e autorais. Caminhando com um horizonte de pensar formas de democratização do acesso à cultura no contato direto com a população, o objetivo do trabalho é reunir elementos que potencializem os estudos da companhia em torno do fazer teatral popular, observando as interferências desta arte no meio urbano, as possibilidades de utilização do transporte público enquanto espaço cênico, as relações entre o público e o artista em lugares e situações não convencionais.
Atualmente o grupo circula por várias
cidades apresentando o ato 1 deste mosaico de cenas em constante construção e
investigação.
ATO I - Mas não devia.
Cansado de se acostumar com as relações naturalizadas
da vida, um operário entra no ônibus convidando o público a uma reflexão, numa
narrativa lúdica e poética tenta estabelecer um lugar diferente para ver e falar
de acontecimentos tidos como banais em nosso cotidiano.
A Cia. Crônica
A Cia. Crônica de Teatro atua na
cidade de Contagem/MG desde 2009. O grupo surgiu com intuito de fazer um teatro
popular tratando de assuntos relacionados ao cotidiano da cidade e do povo
brasileiro.
Tendo como linha de pesquisa o teatro
épico dialético, o grupo interessa por assuntos da vida coletiva e pública, com
foco nas contradições sociais vendo as relações humanas como resultado de
processos históricos para representa-los em cena.
Além de montagens de espetáculos, o
grupo se dedica em desenvolver espaços para formação e inclusão de pessoas
interessadas em integrar o seu elenco. Nos seus cinco anos de existência a Cia.
Crônica formou seu próprio elenco com oficinas e cursos realizados em espaços
abertos, como praças e feiras cobertas da cidade. Por meio de relações de troca
e da criação independente o grupo tem desenvolvido trabalhos com um elenco que
mescla atores e atrizes formados em escolas e faculdades de artes cênicas e ao
mesmo tempo, de trabalhadores que após o expediente rompem com o cotidiano
pautado pelo ritmo do trabalho fabril para dizer algo no teatro.
O grupo realiza suas atividades contando com o acolhimento da Casa do Movimento Popular. Localizada na região industrial da cidade possui um teatro, salas, biblioteca e espaços para ocupação artística. O local foi fundado na década de 80 em meio a ditadura militar para abrigar movimentos sociais e políticos e cumpre uma importante função de apoio aos artistas, grupos, coletivos e movimentos culturais independentes de Contagem.
O grupo realiza suas atividades contando com o acolhimento da Casa do Movimento Popular. Localizada na região industrial da cidade possui um teatro, salas, biblioteca e espaços para ocupação artística. O local foi fundado na década de 80 em meio a ditadura militar para abrigar movimentos sociais e políticos e cumpre uma importante função de apoio aos artistas, grupos, coletivos e movimentos culturais independentes de Contagem.
Espetáculos
A primeira montagem da Cia. Crônica
foi o espetáculo Estômago, que colocava em cena o cotidiano de uma fabrica onde
os trabalhadores se revoltavam com a situação de exploração e opressão em que
se encontravam fazendo uma greve com reivindicações absurdas. Contemplado pelo
Fundo Municipal de Cultura de Belo Horizonte, o espetáculo cumpre temporada de
estreia itinerante em diversas regiões da periferia da cidade. A segunda
montagem foi resultante de um trabalho coletivo entre o Grupo Trama de Teatro e
Cóccix Companhia Teatral. Com direção de Cida Falabella e orientação do doutor
em sociologia Filipe Raslan, o espetáculo Cabeça de Porco tratava de situações
que questionavam os entraves da vida e as contradições do chamado progresso das
regiões em desenvolvimento. Esse trabalho foi contemplado pelo Fundo Estadual
de cultura de Minas Gerias e passa por varias cidades do estado.
Atualmente o grupo realiza
experimentos cênicos e leituras dramáticas, apresenta MOSAICO - Estudo cênico em pequenas peças é um trabalho realizado por Jessé Duarte, ator e diretor da Cia. Crônica de Teatro e consiste em realizar apresentação de pequenas peças nos ônibus que circulam dentro de cidades grandes ou pequenas. Cada pequena apresentação representa um ato de mosaico de cenas criadas a partir de textos literários, poesias e textos teatrais atuais, clássicos e autorais. Com esse trabalho o grupo, busca investigar as relações entre o público e o artista em espaços e situações não convencionais contribuindo para a democratização do acesso á cultura e percebendo as possibilidades de utilização do transporte público enquanto espaço cênico e de contato direto com a população muitas vezes alheia ao universo da arte.
CORAGEM estreia no segundo semestre de 2014, nova montagem de rua inspirada em textos de
Bertolt Brecht, em questões relacionadas às manifestações de junho/2013 no Brasil
e a realidade social da cidade de Contagem. O Enredo da peça narra à
história de Mãe Coragem que, puxando uma carroça no meio de uma guerra,
atravessa um país com seus filhos. Em meio às manifestações e rebeliões
populares, ela vive da comercialização de produtos que alimentam uma indústria
da defesa e lhe tira os próprios filhos em nome da paz.
A estreia do
espetáculo CORAGEM acontece dentro da Mostra de Repertório do grupo, quem contemplada pelo Fundo Municipal
de Cultura de Contagem / MG, realizará uma itinerância em praças e ruas da região
industrial da cidade, apresentação apresentações do MOSAICO nos ônibus e a realização
de uma oficina de teatro épico aberta ao público em geral.
Cia. Crônica se apresenta em Belo Horizonte e em Juiz de Fóra / MG
quinta-feira, 24 de julho de 2014
quinta-feira, 15 de maio de 2014
O Quintal - Leitura dramática com texto e direção de João das Neves.
A Cia. Crônica de Teatro realizará a leitura dramática do texto “O Quintal” de João das Neves no dia 23/05 (sexta às 16:00 horas) na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Dirigida pelo próprio autor, a leitura compõem a programação do Circuito Popular de Cultura Livre (CPC-Livre), organizado em todo país pela Assembleia Nacional dos Estudantes Livres (ANEL). Após a apresentação haverá uma palestra seguida de debate com João das Neves.
O texto teatral “O Quintal”, foi escrito em 1978 e tem uma narrativa com dimensões históricas, politicas e sociais sobre o período da censura e perseguição durante o regime militar no Brasil.
João das Neves
Entre os mais importantes nomes do teatro, João das Neves completa oitenta anos de vida marcando a história do teatro Brasileiro. Iniciou sua trajetória, como diretor e dramaturgo, consideravelmente nos anos 60; Foi um dos fundadores do Teatro Opinião (Rio de Janeiro-RJ) e do Centro Popular de Cultura (CPC da UNE) que buscava desenvolver uma arte voltada para o povo, com uma linguagem popular, e teve o projeto interrompido pela ditadura militar. O engajamento politico de João das Neves possibilitou o desenvolvimento de um teatro voltado para os problemas da realidade social brasileira. Formulando uma obra de estrutura épica com suas especificidades próprias, procurou sempre esclarecer ao público de certos aspectos da engrenagem social, integrando o espectador no espaço cênico e apresentando as personagens a partir de uma ótica social – e não individualizada, como é o caso do drama burguês.
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| Foto de Titane |
Cia. Crônica de Teatro
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| Foto de Débora Arau |
EQUIPE DA CIA. CRÔNICA: Camila Ribeiro, Daniela Graciere, Everton Henrique, Fabiane Elise, Flávia Aniceto, Jessé Duarte, Júnia Flor, Isis Gabriela, Marcelo Dias Costa, Raissa Vieira, Ricardo Silva (Fai), Thiago Amador, Tobias Santos Teixeira, Val Alváres.
SERVIÇO
Local: PRAÇA DE SERVIÇOS da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) na programação do Circuito popular de Cultura Livre.
Dia: 23/05 (sexta)
Horário: 16h00min
Atividade gratuita e aberta para todos. Não precisa ser estudante para ter acesso a UFMG.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
CIA. CRÔNICA REALIZA MOSTRA DE PROCESSO DA NOVA MONTAGEM
A Cia Crônica realizou neste último final de semana uma mostra do processo de montagem do espetáculo BRECHT BLOCO – que vem sendo desenvolvido a partir de estudos de textos de Bertolt Brecht, acontecimentos relacionados as manifestações de junho 2013 no Brasil e a realidade histórico social da cidade de Contagem (MG).
A ATIVIDADE FOI REALIZADA NO DIA 18/01 NO BERIMBAU CIRCO BAR EM CONTAGEM.
A estréia do espetáculo esta prevista ainda para este semestre. Em breve serão realizadas novas mostras do processo, além de atividades de formação em teatro épico.
CURTA AQUI PAGINA DA CIA CRÔNICA NO FACEBOOK.
VEJAM ALGUMAS FOTOS DA MOSTRA DE PROCESSO DO BRECHT BLOCO.
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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
MOSTRA DE PROCESSO DE TRABALHO - BRECHT BLOCO
Para fechar o ano a Cia. Crônica realizou uma mostra do processo de trabalho para a nova montagem BRECHT BLOCO. A apresentação ocorreu no dia 20 de dezembro, na noite de lançamento do Apoema Sarau Livre / Contagem (MG).
Confira abaixo fotos e vídeo da apresentação
VEJA TAMBÉM
SOBRE O APOEMA SARAU LIVRE
Espaço de poesia e livre expressão em Contagem - MG
Fotos de Rafaelle Marques
sábado, 2 de novembro de 2013
CIA. CRÔNICA DE TEATRO - APRESENTA - MOSAICO
Em cartaz nas ruas, praças, parques, feiras, ônibus e por ai...
Atuação: Jessé Duarte
Direção: Daniela Graciere
Concepção
Não como um fim, mas um meio de investigação das possibilidades de
intervenção e interação com o publico através do teatro de rua. O MOSAICO é um
processo de investigação cênica em constante movimento. A proposta de cenas que
podem ser apresentadas descoladas umas das outras é pensada partindo da
realidade das grandes cidades. O ritmo acelerado da vida urbana, não deixa
espaço para pensar, sentir ou simplesmente contemplar um espetáculo de teatro
de rua. O que faz com que essa linguagem artística, seja muitas vezes,
apresentada apenas quando é previamente divulgada.
Também são apresentadas cenas dentro de ônibus, utilizando o corredor, os movimentos do veiculo, freadas e barulhos para compor a cena, estabelecer uma interação direta com o público, que muitas vezes não espera muito além de ver a cidade passando pela janela.
Paralelo a outros trabalhos, a Cia. Crônica parte para a rua com o
MOSAICO, no intuito de proporcionar um maior acesso a essa linguagem artística para população,
assim como de uma necessidade de investigação da relação entre ator e publico
num mundo caótico, onde o espetáculo maior é tragédia de cada dia estampada nas
capas dos jornais. Naturalizada pelas telenovelas e pela indústria cultural em
geral.
CIA. CRÔNICA
A Cia. Crônica atua na cidade de Contagem (MG)
desde 2009, ocupando praças, parques e espaços públicos com apresentações,
oficinas, debates e experimentos cênicos diversos. Devido à falta de espaço
próprio, o grupo realiza seus ensaios em praça pública e em feiras cobertas, o
que hoje entende também como possibilidade estética possível para uma pratica
de criação e de contato direto com o publico.
CURTA NOSSA PAGINA NO FACEBOOK: facebook.com/ciacronicadeteatro
FOTOS: Daniela Graciere; Ísis Gabriela
TRATAMENTO DE FOTOGRAFIA: Dayne Gomes
FOTOS: Daniela Graciere; Ísis Gabriela
TRATAMENTO DE FOTOGRAFIA: Dayne Gomes
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
LISTA DE PARTICIPANTES PARA OFICINA DE FORMAÇÃO DE ELENCO
Divulgada a lista dos participantes
para oficina para formação de elenco com a Cia Crônica de Teatro. A oficina que contará com mais de 100 participantes, será realizada na cidade de Contagem, nos
dias 10, 11 e 12 de setembro das 18h as 22h, na Praça da Glória, Bairro Eldorado.
Confira a lista e maiores detalhes:
PARTICIPANTES
1.
Kezia Lurdes Tavares
2.
Valéria Alvares
3.
Andréa Nunes Gaspar
4.
Domilton Pereira de Souza
5.
Ana Gabi Sousa Novas
6.
Ísis Gabriela Marsicano Lopes
7.
Nadila Berenice de Oliveira
8.
Sabrina Larissa Pereira
9.
Junia Gonçalvez
10.
Camilla Ribeiro Damasceno
11.
Alexandro de Azevedo Silva
12.
Ariane Kellerman
13.
Graziela Moraes Macedo
14.
Luciano Jorge de Jesus
15.
Luiz Henrique Buonincontro Caldas
16.
Vinícius Monteiro de Lima
17.
Gleyce Mayara Costa
18.
Joicilene Dutra
19.
Priscila Medeiros
20.
Gleyce
Mayara Costa
21.
Elisângela Gonçalves Lacerda
22.
José Luiz Menezes de Oliveira Filho
23.
Fagner Fernandes Capelo
24.
Jackson Ferreira Muniz
25.
Adila cristina de Oliveira Santos
26.
Christiane da Costa e Silva
27.
Nayana Priscilla da Silveira Assis de Souza
28.
Elvis
christian de Assis Damasceno
29.
Juliana Ferreira da Roch
30.
Nathália
31.
Max Michel da Silva Souza
32.
Gabriela
33.
Luiz Henrique Carvalho Penido
34.
Waldiney Viene do Nascimento Pena
35.
Tamara Macedo Lima
36.
Gislaine Alves moreira
37.
Catarina da Sena oliveira Mendes
38.
Ana Carolina Valtudes
39.
Thalles Rocha
40.
Dalcira Ferrão
41.
Mariana da Costa Linhares
42.
Iara
Regina de Paula Santos
43.
Gabriela Natividade da Silva
44.
Wanderson Augusto de Sousa
45.
Ramon Cotta de Araujo Palermo
46.
Alexandre Magralle
47.
Larissa
Mendes Kumpel Pimentel
48.
Ana Clara Carvalho
49.
Natália Medeiros
50.
Elisangela Andrade Duarte Silva
51.
Rosangela da Silva Paulo
52.
Isabel Cristina
53.
Joao paulo Silva Emiliano
54.
Ronny Junio Costa
55.
Vinícius Vasconcelos de Castro
56.
Thiago
57.
Leandro Neves Santos
58.
Eclair Pedra
59.
Letícia Simões Lopes
60.
Tobias Víctor Silva Pereira
61.
Jefferson Dias Teodoro
62.
Maria das Graças do Carmo
63.
Gabriel Mendes
64.
Natália Dias Gonçalves
65.
Bárbara Nilma Lopes
66.
Borém Accioly Lins
67.
Joyce Esteves Siqueira
68.
Jorge
Rios
69.
Deanne Gherardi
70.
Ana Gleicimara Vaz Martins
71.
Jessica Lais Ferreira Ribeiro
72.
Isabela Cristina da Rocha de Paula
73.
Jéssica Aparecida Ataíde
74.
Pulo César Vermeuleu
75.
Josimar de Oliveira Caneiro
76.
Allan Marx da Silva Gonçalves
77.
Mariana Menezes
78.
Patrícia Araújo de Castro Vidigal
79.
Alice Bessa
80.
Jaqueline Silva de Souza
81.
Renata Cristine Maria Pereira
82.
Maisa Pereira de Jesus
83.
Guilherme Martins Ferreira
84.
Walkiria Gabriele Elias da Costa
85.
Mikaela Gabriele Elias da Costa
86.
Izabela lorrane de Araujo
87.
Déborah Angelina Micael Gomes e Sales
88.
Amanda de Carvalho Valadão
89.
Juliana Roland Belchior
90.
Joyce Moura de Almeida
91.
Yuri Cordeiro D'Agostini
92.
Letícia Costa Maia
93.
Sanderson Guimaraes Costa
94.
Michelle Mendes de Sousa
95.
Marta Silva
96.
Daniele
97.
Tatiana Fonseca Mel
98.
Marcela de Araujo Gomes
99.
Maria da consolação Alves
100.
Everton Henrique
101.
Neila Aparecida
102. Vivian Flaviano da Trindade
102. Vivian Flaviano da Trindade
103. Debora Resende Babirra
104. Flavia Ferreira da Trindade
Esta oficina é parte do processo
de construção do novo espetáculo da Crônica, onde os participantes terão um
contato com o grupo e poderão compor a sua nova montagem, seguindo
posteriormente, uma agenda de ensaios para formação continuada e coletiva.
O novo espetáculo do grupo
será construído a partir de uma pesquisa e experimentos de textos,
poemas e peças de Bertolt Brecht, com uma investigação
das dinâmicas sócias relacionadas as grandes mobilizações de
junho e dos aspectos de vida e da história da cidade de Contagem.
A montagem também contará com a
participação de artistas convidados, todos da cidade de Contagem, para compor o
elenco, construir a dramaturgia, preparação vocal, musical, corporal e etc.
SOBRE A OFICINA
Voltada para interessados com ou sem experiência,
a oficina proporciona uma introdução ao universo do fazer teatral critico,
desenvolvendo-se a partir dos fundamentos do teatro épico-dialético e de
estudos das obras de Bertolt Brecht. São utilizados jogos e exercícios
(corporais, musicais e de criação de cenas) que norteiam o processo de criação
da Cia. Crônica e/ou que foram descobertos ao longo de seus trabalhos. O
alimento critico para criação, parte de uma abordagem de ponto de vista
histórico sob a sociedade atual para investigar suas contradições e projeta-las
na cena.
10, 11 e 12 de Setembro / 18h as
22h
Praça da Glória
Av. Olimpio Garcia -Eldorado - Contagem
MG
(Ao lado do Big Shopping)
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